terça-feira, 11 de novembro de 2008

Falecimento Empresarial

Pensar, criar, administrar, gerir e manter uma iniciativa é algo que demanda no mínimo planejamento, persistência e disciplina.
A ação ousada de implantar uma empresa carece de conhecimentos básicos de administração, finanças, legislação, comunicação e gestão. Pode até parecer estranho que a palavra comunicação esteja presente entre as premissas básicas, porém como comunicador não consigo excluir de nenhum planejamento a ação comunicacional como construtor, mantenedor e otimizador da imagem organizacional.
Neste processo de construção e manutenção de uma empresa, diversos percalços costumam aparecer para abalar as estruturas sonhadas no inicio. Desânimo, cansaço, falta de esperança e falta de estímulos são fatores que favorecem o falecimento de um grupo e consequentemente de uma organização. Acredito na necessidade de estímulos contínuos que tenham objetivos claros de aperfeiçoar o crescimento da empresa e fazer com que os seus associados estejam cientes dos seus papéis e da importância de sua contribuição em todo o processo.
Em pesquisa realizada pelo Sebrae quatro pontos foram analisados: “falhas gerenciais; causas econômicas conjunturais; logística operacional; e políticas públicas e arcabouço legal. Os resultados mostram que para os empresários, questões relacionadas ao gerenciamento do negócio são determinantes para o sucesso ou fracasso do estabelecimento, constatando que as empresas brasileiras morrem mais devido a falhas gerencias do que por problemas conjunturais ou taxação tributária.”. (Agência Sebrae de Noticias - 2004).
Essa pesquisa vem como reforço ao discurso anterior, que deixa explicita a importância de uma boa gestão, de um bom posicionamento e de persistência na continuidade do projeto.
Temino com uma citação de Sun Tzu que eu adoro: “Nos planos, jamais um deslocamento inútil; na estratégia jamais um passo em vão”.

Rodrigo Almeida

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